quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O Brasil e a Não Violência


Essa é a semana de homenagem a Mahatma Ghandi. Meu herói! Grande e verdadeiro herói. Um herói dramático, cheio de conflitos e ao mesmo tempo um benfeitor sem expectativas. Ele é o cara! Se todos os caras envolvidos no tráfico, por exemplo, praticassem a não violência, a nossa historia estaria sendo escrita de outra forma. Então os falso-moralistas do governo diriam: Não se pode vender drogas! E os traficantes diriam: Mas nós vamos vender sim, não temos armas estamos limpos, mas vamos vender sim. Então o governo poderia escolher mandar a policia subir o morro e matar um bando de traficantes pacíficos, o que provavelmente, iria provocar uma comoção mundial, ou fazer uma negociação para legalizarem a droga e participar do monopólio das sementes, você sabe, teriam ao menos aqueles 40% de dos quais o governo é “sócio” em qualquer negócio. Quantas cabeças poderiam ser erguidas nesse ato não inconstitucional? A não violência é uma pratica como a violência, e precisa ser ensinada e acompanhada, como a violência. Isso é o tipo de coisa que tem que ser visto nas escolas, junto com a aula de “ prioridades” e a educação sexual.
Quando a sociedade vai perceber quer as facções mudam mas o objetivo é sempre o mesmo. Como diz o Peréio improvisando Reich:” Os paus mudam mas o cú é sempre o seu! .” Zé Mane!